Teste sobre Melhoramento Genético da Alfafa
Melhoramento Genético da Alfafa: Guia Completo para Estudantes
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20 perguntas
Pergunta 1: O cultivar ProINTA Carmina é capaz de eliminar completamente a incidência de timpanismo.
A. Ano
B. Ne
Explicação: Embora o ProINTA Carmina possa diminuir a incidência de timpanismo entre 23% e 50% e contribuir significativamente para o controle do problema, o material de estudo afirma explicitamente que ele não o elimina.
Pergunta 2: Em qual estado fenológico o cultivar ProINTA Carmina apresentou uma maior concentração de fibra em comparação com o cultivar Bárbara SPI, conforme indicado pela diferença estatística nos valores de FDN e FDA?
A. Estado Vegetativo
B. Botão floral
C. 10% Flor
D. Em nenhum dos estados fenológicos houve diferença estatística na concentração de fibra entre os cultivares.
Explicação: De acordo com o Cuadro 3, no estado fenológico de 'Botón floral', o cultivar ProINTA Carmina apresentou valores de FDN (32,70 a) e FDA (25,60 a) que, embora seguidos da mesma letra 'a', são diferentes dos valores de Bárbara (FDN 30,72 b e FDA 22,79 b) para esses parâmetros, indicando uma maior concentração de fibra para Carmina, conforme também a conclusão 'salvo una mayor concentración de fibra en el estado de botón floral'.
Pergunta 3: Os métodos de cultivo in vitro possuem potencial para identificar genótipos tolerantes ao alumínio.
A. Ano
B. Ne
Explicação: O material de estudo afirma que "O emprego de métodos de cultivo in vitro oferece um potencial interessante não só para identificar genotipos tolerantes à acidez/Al, senão também para investigar a resposta celular ao problema".
Pergunta 4: De acordo com os materiais de estudo, quais são os métodos propostos para avaliar a tolerância ao alumínio (Al) em plantas, especialmente em alfafa?
A. Avaliação da inibição do crescimento radical, acumulação de Al na raiz ou produção de biomassa em plantas cultivadas em solução com Al.
B. Cultivo de plantas em areia com soluções nutritivas contendo pH ácido e concentrações tóxicas de Al.
C. Seleção por meio da medição da taxa de fotossíntese em ambientes com altas concentrações de Al na atmosfera.
D. Utilização de corantes como a hematoxilina para identificar plantas tolerantes pela ausência ou pouca coloração nas raízes.
Explicação: Os materiais de estudo mencionam vários métodos para avaliar a tolerância ao Al: medir a inibição do crescimento radical, a acumulação de Al dentro da raiz ou a produção de biomassa em plantas que crescem em solução com Al; cultivar plantas em areia e regá-las com soluções com pH ácido e concentrações tóxicas de Al; e a utilização de corantes como a hematoxilina para identificar plantas tolerantes, que apresentam nenhuma ou muito escassa coloração nas raízes. A seleção por taxa de fotossíntese em ambientes com Al na atmosfera não é mencionada como um método de avaliação da tolerância ao Al.
Pergunta 5: A técnica bioeléctrica é uma forma destrutiva e lenta de estimar a tolerância à salinidade na alfafa.
A. Ano
B. Ne
Explicação: As técnicas de fluorescência clorofílica e a bioeléctrica são descritas nos materiais como rápidas e não destrutivas, e a técnica bioeléctrica pode ser uma alternativa eficiente para estimar a tolerância à salinidade.