Teste sobre Hipoglicemia Neonatal: Visão Geral

Hipoglicemia Neonatal: Visão Geral, Causas e Tratamento

Pergunta 1 de 50%

A hipoglicemia neonatal transitória, por definição, tem uma duração máxima de 3 dias e nunca pode persistir por um período mais longo.

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20 perguntas

Pergunta 1: A hipoglicemia neonatal transitória, por definição, tem uma duração máxima de 3 dias e nunca pode persistir por um período mais longo.

A. Ano

B. Ne

Explicação: A hipoglicemia neonatal transitória é classificada por ter uma duração de algumas horas até 3 dias. No entanto, em situações específicas como em recém-nascidos PIG, com cardiopatia congênita, ou filhos de mãe diabética, a hipoglicemia neonatal transitória pode persistir por algumas semanas.

Pergunta 2: De acordo com os materiais de estudo, qual das seguintes afirmações define corretamente a hipoglicemia neonatal?

A. É a condição individualizada em que a concentração de glicose plasmática é baixa o suficiente para causar sintomas e/ou sinais de disfunção cerebral.

B. Em neonatos sintomáticos, é quando a glicemia plasmática é inferior a 60 mg/dL após 72 horas de vida, conforme a Pediatric Endocrine Society (PES).

C. É definida pela tríade de Whipple, que inclui sintomas de hipoglicemia, glicemia abaixo de 60 mg/dL e resolução dos sintomas após ingestão de glicose, sendo esta definição adequada para recém-nascidos.

D. Em recém-nascidos até 48 horas de vida, a American Academy of Pediatrics (AAP) a define como glicemia plasmática inferior a 47 mg/dL.

Explicação: A hipoglicemia neonatal é definida como a condição individualizada em que a concentração de glicose plasmática é baixa o suficiente para causar sintomas e/ou sinais de disfunção cerebral. Além disso, em neonatos sintomáticos, para recém-nascidos até 48 horas de vida, a American Academy of Pediatrics (AAP) define hipoglicemia quando a glicemia plasmática é inferior a 47 mg/dL. A tríade de Whipple é considerada inadequada para recém-nascidos e crianças pequenas, e o limite de 60 mg/dL após 72 horas de vida não está de acordo com as diretrizes mencionadas, que indicam 70 mg/dL para esse período.

Pergunta 3: Mutações nos genes ABCC8 e KCNJ11 estão entre as causas do hiperinsulinismo congênito persistente.

A. Ano

B. Ne

Explicação: O material indica que as mutações inativadoras dos genes ABCC8 e KCNJ11 são causas do hiperinsulinismo congênito na sua forma persistente. Além disso, essas mutações são responsáveis por cerca de 50% dos casos de HC permanente.

Pergunta 4: Conforme o material de estudo, qual das seguintes condições NÃO é uma causa comum de hiperinsulinismo neonatal transitório?

A. Recém-nascidos de mães diabéticas

B. Prematuridade

C. Mutações inativadoras dos genes ABCC8 e KCNJ11

D. Retardo do crescimento intrauterino (RCIU)

Explicação: O hiperinsulinismo neonatal transitório pode ser causado por RN de mães diabéticas, prematuridade e RCIU. As mutações inativadoras dos genes ABCC8 e KCNJ11 são responsáveis por casos de hiperinsulinismo congênito permanente, não transitório.

Pergunta 5: Para o tratamento da hipoglicemia causada por distúrbios metabólicos em neonatos, a suplementação com amido de milho cru é indicada como estratégia principal para todas as idades.

A. Ano

B. Ne

Explicação: A suplementação com amido de milho cru (1-2 g/kg) é mencionada como uma medida para melhorar a tolerância ao jejum noturno em crianças a partir de 1 ano de idade, não para neonatos ou como estratégia principal para todas as idades.