Teste sobre Delitos Específicos no Direito Penal Argentino

Crimes Específicos do Direito Penal Argentino: Guia Essencial

Pergunta 1 de 50%

Os crimes de atentados contra a liberdade pessoal cometidos por funcionários públicos aplicam-se unicamente àqueles que agem dentro de sua esfera de poder oficial.

Teste: Crimes contra a segurança e a ordem pública - atividades perigosas, Crimes contra a segurança e a ordem pública - segurança pública, Crimes contra a segurança e a ordem pública - saúde e drogas, Crimes contra a segurança e a ordem pública - regime penal, Crimes administrativos gerais, Crimes contra a autoridade, Crimes militares, Corrupção e tráfico de influência, Prevaricação e administração da justiça, Crimes por omissão e responsabilidade funcional, Crimes processuais e falsidade de declaração, Crimes contra a moeda, Colaboração e arrependimento, Crimes aduaneiros e sanções, Crimes tributários e extinção, Exceção por relações familiares em crimes, Crimes contra a vida e a integridade física - tipologia, Crimes contra a vida e a integridade física - homicídios, Crimes contra a vida e a integridade física - crimes reprodutivos, Crimes contra a vida e a integridade física - contexto e figuras específicas, Crimes contra a honra, Crimes sexuais, Crimes contra o estado civil, Crimes contra o regime matrimonial, Crimes contra o Estado Civil e o Matrimônio, Crimes contra a liberdade pessoal, Crimes contra a intimidade e a privacidade, Crimes contra o patrimônio: roubo e furto, Crimes contra o patrimônio e a liberdade, Crimes contra o patrimônio: estelionato e fraude

20 perguntas

Pergunta 1: Os crimes de atentados contra a liberdade pessoal cometidos por funcionários públicos aplicam-se unicamente àqueles que agem dentro de sua esfera de poder oficial.

A. Ano

B. Ne

Explicação: Os materiais de estudo indicam que os "Atentados contra a liberdade pessoal cometidos por funcionários públicos" são infrações especiais que exigem a concorrência de um autor qualificado (funcionário público) e que este atue dentro de sua esfera de poder. No entanto, o artigo 144 ter, sobre a tortura, estabelece que "É indiferente que a vítima se encontre juridicamente a cargo do funcionário, bastando que este tenha sobre aquela poder de fato", e também se impõe "Igual pena a particulares que executarem os fatos descritos". Isso demonstra que não se limita unicamente a funcionários que agem dentro de sua esfera de poder oficial.

Pergunta 2: De acordo com o material de estudo, quem pode cometer o crime de "vexames ou constrangimentos ilegais" e sob quais circunstâncias específicas?

A. Qualquer pessoa que imponha sofrimentos físicos ou psíquicos graves a outra pessoa, seja ou não funcionário público.

B. O funcionário que, desempenhando um ato de serviço, cometer qualquer vexame contra as pessoas.

C. O funcionário público que impuser aos presos sob sua guarda severidades, vexames ou constrangimentos ilegais.

D. Apenas o chefe de prisão que receber um réu sem testemunho de sentença transitada em julgado.

Explicação: O artigo 144 bis, inciso 2, estabelece que o funcionário que, desempenhando um ato de serviço, cometer vexames ou constrangimentos ilegais é responsável. O inciso 3 do mesmo artigo acrescenta que o funcionário público que impuser aos presos sob sua guarda severidades, vexames ou constrangimentos ilegais também comete este crime. As outras opções descrevem situações que não correspondem direta ou exclusivamente à definição de 'vexames ou constrangimentos ilegais' conforme apresentada no texto.

Pergunta 3: A pena por acessar ilegitimamente um banco de dados genéticos, ou revelar, inserir ou suprimir dados que o afetem, é maior que a pena pelo acesso ilegítimo a um banco de dados pessoais.

A. Ano

B. Ne

Explicação: De acordo com o artigo 157 bis, a pena de prisão por acessar ilegitimamente um banco de dados pessoais é de um (1) mês a dois (2) anos. No entanto, quando as condutas reprimidas forem realizadas para acessar, revelar, inserir ou suprimir dados que afetem um banco de dados genéticos, registros, exames ou amostras de DNA, a pena será de prisão de seis (6) meses a quatro (4) anos, com mais inabilitação especial para exercer a profissão de dois (2) a cinco (5) anos, o que indica uma pena maior.

Pergunta 4: Qual das seguintes ações NÃO constitui um crime relacionado ao acesso ilegítimo a um banco de dados pessoais, de acordo com o Artigo 157 bis?

A. Acessar, de forma consciente e ilegítima, ou violando sistemas de confidencialidade e segurança de dados, um banco de dados pessoais.

B. Inserir ou fazer inserir dados ilegitimamente em um arquivo de dados pessoais.

C. Fornecer ou revelar ilegitimamente a outrem informações registradas em um arquivo de dados pessoais cujo sigilo se estava obrigado a preservar.

D. Publicar o conteúdo de uma carta ou comunicação eletrônica que não lhe era dirigida, após tê-la aberto indevidamente.

Explicação: O Artigo 157 bis se refere especificamente à pena de prisão de um mês a dois anos para quem acessa ilegitimamente um banco de dados pessoais, fornece ou revela ilegitimamente informações de um banco de dados, ou insere ou faz inserir dados ilegitimamente em um arquivo de dados pessoais. A publicação indevida do conteúdo de uma carta ou comunicação eletrônica é um crime previsto no Artigo 153, e não no 157 bis.

Pergunta 5: O furto de um veículo deixado na via pública se agrava mesmo se houver pessoas em seu interior no momento da subtração.

A. Ano

B. Ne

Explicação: O furto de veículos deixados na via pública se agrava somente se o veículo foi deixado sem nenhum tipo de custódia. Se o veículo estacionado na via pública tiver pessoas em seu interior, a agravante não será aplicada, devido à ausência de indefesa da coisa.